21 de setembro de 2019   
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04/06/2019 23:00:00

Estou em crer que todos aqui, colaboradores de algum modo neste sítio electrónico, mantendo-o e participando, prestam um enorme serviço à preservação da memória, especificamente no que se refere a um estadista ímpar do Século XX no plano internacional.
Outra questão diz respeito à relação do passado com o presente. Essa, parece-me, é bem mais complicada e problemática, até porque o mundo (e nosso país) mudaram muito (e muito rapidamente) desde o ano de 1970 (ano do falecimento do Dr. Oliveira Salazar) até à actualidade.
Seja como for, a preservação da memória é essencial. E se houve alguém depois de 1974 que foi alvo de assassinato da memória foi o Dr. Oliveira Salazar. É assim que este sítio electrónico procura, ao invés, recuperar a memória de um estadista valoroso e de um português notabilíssimo.
Num tempo como o nosso, de dissolução da Pátria e de esvaziamento da memória nacional, importante se torna actuar na frente cultural.
É a este respeito (e volto a insistir aqui) que é importante a divulgação dos “Discursos e Notas Políticas”, do Dr. Oliveira Salazar, publicados em seis volumes no tempo do Estado Novo, e reeditados recentemente, em 2015, pela Coimbra Editora, com a inclusão do último discurso do ex-Presidente do Conselho, nunca antes editado, proferido em 30 de Novembro de 1967, por ocasião da homenagem que nessa mesma data lhe foi prestada pelos Municípios de Moçambique. Este discurso recebeu o título “A Política de África e os seus erros”.
Sobre esta recente e bem organizada reedição dos “Discursos e Notas Políticas”, reunidos em um só volume, causa-me estranheza não a ver à venda nas livrarias. Ou será que esta ausência é intencional e tem manobra por detrás?
Importante seria actualmente recordar e reler textos tão importantes para a Pátria Portuguesa como sejam (para referir somente dez deles):
-“Elogio das Virtudes Militares” (30-12-1930);
-“As Grandes Certezas da Revolução Nacional” (26-05-1936);
-“Defesa Económica – Defesa Moral – Defesa Política” (25-06-1942);
-“Ideias Falsas e Palavras Vãs” (23-02-1946);
-“O Meu Depoimento” (07-01-1949);
-“Governo e Política” (19-01-1956);
-“Realidades e Princípios da Política Portuguesa” (04-1963);
-“Política Ultramarina” (12-08-1963);
-“Erros e Fracassos da Era Política” (18-02-1965);
-“No 40.º Aniversário do 28 de Maio” (28-05-1966).
Abraço patriótico a todos.

Carlos Luz- Portimão TOPO

03/06/2019 22:05:23

A LIBERDADE CONTINUA
A DÍVIDA PÚBLICA SOBE 2 MIL MILHÕES DE EUROS ENTRE MARÇO E ABRIL 2019
https://www.mundoportugues.pt/divida-publica-sobe-20-mil-me-entre-marco-e-abril-bdp/
3 junho, 2019
A dívida pública, na ótica de Maastricht, que conta para Bruxelas, aumentou 2,0 mil milhões de euros entre Março e Abril, situando-se nos 252,4 mil milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Mas o zé gosta, quando vota ou não.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

20/05/2019 19:02:57

SALAZAR E A NECESSIDADE DE UM REGIME AUTORITÁRIO

Antes de Salazar (Num período de 16 anos, Portugal teve 16 presidentes da república e 45 governos). Mas para salvar o país da “Banca Rota”, só um regime autoritário que pacificasse a vida política, permitiria que os gover-nantes pudessem tomar o rumo certo para o País. O Doutor Salazar teve necessidade de governar, com um regime autoritário, a que os despeitados dizem ter sido “fascismo”. A má governação da 1.ª República deixou o país no caos e na miséria. Houve governos nomeados que não chegaram a tomar posse, porque os seus membros foram assassinados. Restabelecer a ordem era necessário. Quando Salazar foi chamado ao poder em 1928, a nação estava em miséria total. Os socialistas da primeira república, tinham destruído o país. A dívida externa era enorme, já ninguém nos emprestava dinheiro a não ser em condições humilhantes. Não tínhamos navios mercantes, que tão necessários eram na altura para o transporte de mercadorias. Faltavam escolas, estradas, portos marítimos capazes e seguros. O país estava em ruína total. O povo morria de fome, a miséria e a política provocavam a luta nas ruas. Reinava o caos. A famigerada “Carbonária” a “Formiga Branca” e a “Legião Vermelha” que em 4 de Julho de 1937 tentou assassinar o Doutor Salazar na Av.ª Barbosa do Bocage em Lisboa, e outros grupos de criminosos, organizados e armados que aterrorizavam a sociedade portuguesa. Prendiam e matavam impunemente. O caos era tal, que a "Sociedade das Nações" estava disposta a invadir militarmente Portugal, para repor a ordem. Salazar precisava de tempo, e principalmente de um clima de paz para poder salvar o país, para isso necessariamente, tinham de acabar as lutas partidárias, e bloquear os grupos terroristas. Para que o Doutor Salazar pudesse em paz, recuperar a economia e a credibilidade de Portugal, era necessário, ordem e disciplina, e essa era a função da PVDE/PIDE. Algumas vezes, de forma musculada quando a situação o impunha não permitindo a insegurança e o caos.
Após a neutralização dos bandos que aterrorizavam o país, a PVDE/PIDE teve de se confrontar com o maior perigo que o mundo nessa época enfrentava, que era a expansão do comunismo, uma ameaça universal, que consolidava o seu poder num contínuo banho de sangue. O comunismo foi implantado na Rússia em 1917 e era a mais desumana e repressiva ditadura que jamais existiu. O poder comunista, era conseguido, assassinando milhões de pessoas, através de violências de toda a espécie. Genocídios étnicos, campos de trabalho e de concentração espalhados por toda a Rússia, perseguição e destruição das crenças religiosas com a prisão, tortura e assassinato. Filhos obrigados a denunciar os pais e vice-versa. O terror permitia a prevalência do regime comunista que se expandiu para outros países. Esse era o objectivo de Vladimir Ilyich Ulyanov, “Lenine”, que afirmava: “se para realizar a obra do comunismo fosse necessário exterminar nove décimos da população, não deveriam recuar perante esses sacrifícios”, Lenine (obras completas, tomo II, pág. 70) e também afirmava: “Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas”. Lenine, Congressional record - Senate, by USA. Vol. 77, 1933, pág. 1539.
-- Não era possível, para salvar Portugal da ruína em que se encontrava, permitir que o comunismo tomasse o poder político.
Salazar, estava a salvar o país, como aliás aconteceu, ao ponto de Portugal vir a ser um dos países com a moeda mais estável do mundo. Era imperativo lutar contra os fanáticos "comunistas", e outros, que pretendiam implantar no nosso país o terror e a violência.
Mas Infelizmente em 1974 confirmou-se o que Camões escreveu nos Lusíadas. … Também dos Portugueses alguns traidores houve algumas vezes.
E Portugal foi traído por militares, somente por motivos corporativos. O território ultramarino foi entregue ao comunismo internacional com o genocídio das populações. A nação ficou reduzida a 4 por cento do seu espaço geográfico. O erário português constituído por 865,936 toneladas de ouro em 1974, e uma reserva superior a 100 milhões de contos e um enorme “mealheiro” de divisas estrangeiras, foi delapidado.
Hoje somos um País mendigo de mão estendida às esmolas da Europa.
Resta-nos o espaço marítimo, mas que não está ser aproveitado nem protegido.
Este é “O estado a que chegámos”.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

19/05/2019 22:27:20

Só temo que qualquer dia apareça por aí um qualquer espírito maligno marxista-leninista e varra todo este manancial de conhecimentos de valor incalculável para as futuras gerações de portugueses que ficarão para sempre sem saberem o que aconteceu antes--como foi a incalculável obra de Salazar! Está tudo dito. Bem-Hajam.

José maciel- Sídnei, Austrália TOPO

09/05/2019 18:25:41

Senhora Fumiko Takahashi
Para satisfazer o seu interesse sobre a Guerra do Ultramar Português, recomendo o visionamento do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=kelT_qTbRsw = Salazar e as Províncias Ultramarinas (Discurso 1963).
O Doutor Salazar é a pessoa indicada para a esclarecer.
Os melhores cumprimentos
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

06/05/2019 09:33:42

Sem dúvida uma fonte inesgotável de conhecimento. Está prevista a publicação do resto da biografia de Salazar?
Obrigada.

Filipa de Jesus- Madrid TOPO

04/05/2019 00:39:54

Os Parabéns por mais um aniversário.

José Eduardo M. Silva- Faro TOPO

04/05/2019 00:37:52

Olá João Gomes, força e mantenha esta fonte vica de informação.
Parabéns!

Carlos Manuel - Lisboa  TOPO

03/05/2019 08:36:52

Parabéns!!!

Abraço






Filipe- Lisboa TOPO

03/05/2019 08:35:13

Parabéns!!!

Abraço

Filipe Ferreira- Lisboa TOPO

03/05/2019 02:24:54

Apresento os meus parabéns ao Sr. João Gomes por mais um aniversário, e que Deus o mantenha entre nós com saúde. Obrigado por nos proporcionar esta janela sobre a vida do dr. Salazar.

Humberto Pinheiro- Odivelas TOPO

29/04/2019 16:41:19

Estou em crer que todos aqui, colaboradores de algum modo neste sítio electrónico, mantendo-o e participando, prestam um enorme serviço à preservação da memória, especificamente no que se refere a um estadista ímpar do Século XX no plano internacional.
Outra questão diz respeito à relação do passado com o presente. Essa, parece-me, é bem mais complicada e problemática, até porque o mundo (e nosso país) mudaram muito (e muito rapidamente) desde o ano de 1970 (ano do falecimento do Dr. Oliveira Salazar) até à actualidade.
Seja como for, a preservação da memória é essencial. E se houve alguém depois de 1974 que foi alvo de assassinato da memória foi o Dr. Oliveira Salazar. É assim que este sítio electrónico procura, ao invés, recuperar a memória de um estadista valoroso e de um português notabilíssimo.
Num tempo como o nosso, de dissolução da Pátria e de esvaziamento da memória nacional, importante se torna actuar na frente cultural.
É a este respeito (e volto a insistir aqui) que é importante a divulgação dos “Discursos e Notas Políticas”, do Dr. Oliveira Salazar, publicados em seis volumes no tempo do Estado Novo, e reeditados recentemente, em 2015, pela Coimbra Editora, com a inclusão do último discurso do ex-Presidente do Conselho, nunca antes editado, proferido em 30 de Novembro de 1967, por ocasião da homenagem que nessa mesma data lhe foi prestada pelos Municípios de Moçambique. Este discurso recebeu o título “A Política de África e os seus erros”.
Sobre esta recente e bem organizada reedição dos “Discursos e Notas Políticas”, reunidos em um só volume, causa-me estranheza não a ver à venda nas livrarias. Ou será que esta ausência é intencional e tem manobra por detrás?
Importante seria actualmente recordar e reler textos tão importantes para a Pátria Portuguesa como sejam (para referir somente dez deles):
-“Elogio das Virtudes Militares” (30-12-1930);
-“As Grandes Certezas da Revolução Nacional” (26-05-1936);
-“Defesa Económica – Defesa Moral – Defesa Política” (25-06-1942);
-“Ideias Falsas e Palavras Vãs” (23-02-1946);
-“O Meu Depoimento” (07-01-1949);
-“Governo e Política” (19-01-1956);
-“Realidades e Princípios da Política Portuguesa” (04-1963);
-“Política Ultramarina” (12-08-1963);
-“Erros e Fracassos da Era Política” (18-02-1965);
-“No 40.º Aniversário do 28 de Maio” (28-05-1966).
Abraço patriótico a todos.

Carlos Luz- Portimão TOPO

28/04/2019 16:34:33

Muito boa tarde,

Pela elevada craveira e testemunho de seriedade e competência do Sr. Prof Oliveira Salazar, entendo que devia haver movimentos (pelo menos um) mais activos na divulgação do seu acervo político, pessoal e académico.
Há ainda imensa gente que tem uma imagem distorcida, fruto da intoxicação que vigora em grande parte da comunicação social.
Parece que há receio de celebrar e recordar um dos maiores vultos (se não mesmo o maior de todos) políticos e académicos do século XX em Portugal.
Vamos lá desinstalarmo-nos e erguer bem alto a bandeira da honestidade, competência e patriotismo vividos e testemunhados pelo Senhor Prof Oliveira Salazar.
Faltam iniciativas.
Vamos a elas.
Pela parte que me toca, estou disponível para empreender algumas.

Adalberto Morais- Sintra TOPO

28/04/2019 11:07:06

Parabéns ao Dr. Salazar, um grande chefe de estado!

Nelson- Algarve TOPO

23/04/2019 11:27:05

Senhor Artur,

Muito obrigada por me responder.
Como diz, esta sites tem verdadeiras informações sobre o Doutor Salazar. Já li alguns artigos.

Se não se importa, gostava de saber a sua opinião sobre Guerra Ultramar. Tenho uma dúvida que porque o governo daquela altura, não queria deixar colônia, apesar de outros países promoverem descolonizar. Tinha algum motivo, excepto de ganho de recursos, até durou 13 anos e tinha muita defesa militar. E, acha que libertação da colônia é certa ou não? Porque é muito interessante que Portugal importasse colônia.

Os melhores cumprimentos
Fumiko

Fumiko Takahashi - Coimbra  TOPO

22/04/2019 18:54:54

Senhor Artur,

Muito obrigada por me responder.
Como o senhor diz, aqui esta site tem verdadeiras informações sobre o Doutor Salazar.
Foi muito prazer por conhecer esta site.
Já li alguns artigos.

Gostava de saber a sua opinião, sobre a Guerra Ultramar, como acha que o governo daquela altura, não quis deixar as colónias que Portugal tinha. Apesar de mundo estava a promover descolonização. Para manter economia de Portugal ou defender o poder do governo? Mas acho que existia outra ideia ou intenção para manter relação entre si, positivamente. Eu acredito. Para além disso, parece que as condições de agora sobretudo, colónias antigas africanas de Portugal está pior do que depois de 25 de Abril, economicamente e também qualidade de vida. Queria saber o motivo do governo e conceito de colonização que tinham naquela altura.

Os melhores cumprimentos
Fumiko Takahashi

FUMIKO TAKAHASHI- Coimbra TOPO

21/04/2019 13:24:50

Aproxima-se o aniversário de nascimento do dr. Salazar. Estão a pensar realizar alguma comemoração?
De ano para ano as coisas pecam por falta de iniciativas.
Digam alguma coisa.
Viva Salazar.

Fernando Gomes- Faro TOPO

21/04/2019 13:19:06

Quanto mais leio e ouço o que se passa pelo mundo, liquidação da civilização ocidental, o regresso às lutas religiosas tribais pela terra, a incapacidade de a Europa se governar, mais razão dou ao nosso Salazar.
As nações têm que ser capazes de isoladamente, mas de acordo com as regras internacionais, orientar os destinos do seu povo.

Luísa Lopes- Vila Nova de Gaia TOPO

20/04/2019 16:33:02

Senhora Takahashi
Todos o conhecimento que pretende está neste “SALAZAR O OBREIRO DA PÁTRIA”
Leia todos os links na coluna na esquerda desta página e encontra tudo o que procura. Este é o sítio mais completo sobre o Doutor Salazar, o Estado Novo e sobre a PIDE. Levará algum tempo, porque tem muita informação, mas para ficar com uma boa e verídica informação, tem de ler tudo.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

17/04/2019 22:56:20

OS VALORES OCIDENTAIS NA EUROPA ESTÃO A SER POSTOS EM CAUSA...
No início de 2019, em apenas uma semana, 12 igrejas foram vandalizadas em França, uma delas – a Igreja de Saint-Sulpice – também em Paris, foi alvo de uma tentativa de fogo posto e uma outra – a igreja de Notre-Dame des Enfants – em Nimes, viu as suas paredes interiores serem conspurcadas por fezes humanas e objectos sacros serem roubados do seu altar! Nos últimos três anos, cerca de três igrejas foram vandalizadas todos os dias em França e segundo o jornal francês – “Le Figaro” – entre 2016 e 2018 foram registrados quase 1.050 casos de vandalismo contra templos cristãos!!!
… … … E ontem, em plena Semana Santa, mais um duro golpe que foi desferido na Casa de Cristo e desta vez muito mais grave porque se tratou da bela, renomada e famosa Notre-Dame de Paris que viu o fogo consumir o seu interior, e dada a importância mundial deste terrível acontecimento não dava para abafar a notícia porque se trata de um dos mais importantes monumentos da história da humanidade.
Mas curiosamente, ou talvez não, ainda a catedral não tinha arrefecido e a Procuradoria de Paris já decidia avançar com uma investigação por «destruição involuntária causada pelo fogo»!
O texto que é resumido e julgo ser da autoria de Maria Vieira, foi copiado de: http://www.direitapolitica.com/os-valores-ocidentais-na-europa-estao-a-ser-postos-em-causa-ate-quanto-vamos-os-nossos-governantes-vao-continuar-a-dormir/
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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