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10/07/2008 10:44:54

O senhor Cavaco Silva.

Diz que quer ouvir o Nosso Hino nas Olimpíadas (aqui está o verdadeiro patriotismo).

Ele o senhor Cavaco Silva, que está na presidência de um qualquer governo!... Como ornamento, em substituição do manequim da rua dos fanqueiros o velho, Ramalho Eanes), não pretende ver a vida dos portugueses, como um povo a que ele pertence dentro de todo esse patriotismo, nos seus direitos há ascenção de condições sociais em que todos possam mostrar com tranquilidade esse patriotismo.

Pedido esse feito. Em que todos dentro desse bem estar, de protecção e felicidade, possam exaltar a Pátria e, cantar bem alto para que ele possa ouvir o Hino Nacional.

Senhor Cavaco Silva os portugueses não têem voz, para lhe cantarem o Hino Nacional, Todos vós, o amordaçaram.

O senhor Cavaco Silva, ainda não viu isso?...Ainda não viu que o povo português está apático, abatido e infeliz?...Que tem fome e que sofre?... Que se debate em sofrimento com as gravíssimas dificuldades criadas por todos vós, os incompetentes e oportunistas?...Todos vós tiraram-lhe, a vontade, a capacidade em reagir, a paz, a estima, e têem vindo a roubar-lhes a dignidade.

Ainda por cima pede para que lhe cantem o Hino Nacional?...Como pode ser isso possível senhor Cavaco?...Quando se oferece sofrimento, desemprego, fome, exclusão social, injustiça, falta de condições sociais como: A Saúde, a Habitação, o Trabalho, o Ensino, a Justiça, os Salários Justos (compatíveis com o elevadíssimo nível de vida criado por vós e para vós), a Assistência Social.

Ainda tem a coragem da sua parte, de pedir para que lhe cantem o Hino Nacional!!?...

Há longissímos anos (34), Que Em Portugal, existe esta espécime de homens, que num cenário constante de ultrajes, de utopia, de fraude , de corrupção e deturpações, vão vivendo à custa de todo um povo.

Para o senhor Cavaco Silva presidente da Rês-pública, que não sabe quantas Trovas tem os Lusíadas, deixo-lhe esta quadra do poema de Fernando Pessoa,

Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!


À MEMÓRIA DE SALAZAR

Cristina da Nóbrega




.- . TOPO

09/07/2008 22:35:55

Estimadas Senhoras e Cavalheiros.
Que maravilha começar a ver interessantes artigos,
postados aqui no Obreiro da Patria,sem ataques nem confrontaçôes,desde que seja pela nobre causa do nosso grande estadista Oliveira salazar,que lindo ver aqui as opiniôes de cada um,com respeito pelo proximo,uns sabem mais outros menos,uns com mais historia outros menos,uns mais herois outros menos,nâo é isso o mais importante,o importante é a causa Salazar,cada um posta aquilo que conhece e sabe,e uns com os outros aprendemos a Història,a Història Salazar.Que bom ver todos este documentos,e extratos de livros do nosso grande estadista Oliveira Salazar,que foram colocados aqui por esta estimada Sa.Da.Maria -(Portugal) que eu nâo conheço,assim como muitos outros que eu também nâo conheço,mas o importante é os artigos,com os quais aprendemos,para aqueles que nâo conhecem coisas do nosso grande estadista,todos estes artigos sâo um grande B A-BÀ
como quando começamos na 1a Classe,isto é historia e cultura que o nosso grande estadista nos deixou,e por aqui se vê que ele nâo foi o grande lobo mau como muita gente o pintou ou ainda pinta,sâo liçôes destas que à medida das nossas possibilidades devemos colocar aqui e contar o nosso passado Historico.
Obrigada Da Maria por este trabalho aqui colocado,
também um grande Obrigado ao Sr.Joâo Asseiceiro,
pelas suas palavras.
Obrigado também ao Sr.Joâo Gomes pela sua compreênçâo.
A Bém da Naçâo,Viva Portugal,Viva Salazar.

Vidal Castro

Vidal Castro- France TOPO

09/07/2008 21:40:57

Rectificação: Onde refiro Capitao GEP Camilo deve ler-se "Capitao GEP Fernandes". Mais informo que me demiti de sócio da Liga dos Combatentes por estar em rota de colisão com o Presidente da Liga.

João Asseiceiro- Torres Novas TOPO

09/07/2008 21:35:39

Cumpri Serviço Militar Obrigatório, estive na Guerra do Ultramar. Com a legitimidade do Regime de Partido Único fiz a guerra contra a Frelimo. Com a legitimidade do Regime Revolucionário fiz a paz com a Frelimo. Cumpri missões de Guerra e cumpri missões de Paz. Não desertei no momento da mobilização para Moçambique. Não desertei durante o período revolucionário para a África do Sul, embora tal situação me foi colocada em Lourenço Marques no período de transição. O caso do então Capitão GEP Camilo é conhecido, e insere-se no seu posicionamento militar que só o prestigia... foi uma vítima do SNASP (polícia secreta moçambicana).
Não tenho a importância que me é atribuída ao integrar uma delegação que entregou o aldeamento de Diaca à Frelimo, mas convivo muito bem com as missões que desempenhei tanto em período de legitimidade Constitucional (guerra), como em período de legitimidade Revolucionária (paz). Finalizo reafirmando que a Descolonização era necessária, mas como é evidente, o abandono não foi descolonização. O azedume de algumas postagens é compreensível e compreendo-o mas nem por isso deixo de trazer aqui algumas informações a título de curiosidade. O Capitão da 2ª C de Caç do Bat 4213 sedeada em Diaca era duma operacionalidade extrema durante o período de guerra, e foi com extrema dignidade que presidiu à cerimónia de entrega da posição, no momento em que as tropas portuguesas deixaram o controle militar local, foi mais tarde Inspector Geral de Saúde em Portugal.

João Asseiceiro- Torres Novas TOPO

09/07/2008 21:22:00

Todos os aderentes ou não,do site Salazar O Obreiro da Pátria, deveriam de ver, ler e ter a atenção de procurar os seus Links é Didático, é Histórico, é Informativo, é a Realidade do Estado Novo e sobre Salazar.
Tem todos os artigos sobre os discursos, os pensamentos e as frases emblemáticas de Salazar.

À MEMÓRIA DE SALAZAR

Cristina da Nóbrega

.- . TOPO

09/07/2008 20:34:31

Estimado Sr. João Asseiceiro,

É com muito orgulho e muita honra que o cumprimento.
Há uns dois anos, telefonei para sua casa, quem me atendeu foi a sua filha que me deu o número do seu telemóvel.
De imediato telefonei-lhe a pedir-lhe a sua valiosa ajuda, sobre a resolução de "um triste e lamentável episódio ocorrido com o espólio de guerra do meu irmão", lembra-se?
O Sr. João Asseiceiro sabe muito bem que eu tenho muito orgulho e respeito por todos os ex-Combatentes da Guerra Colonial, vivos ou mortos!
E foram 4 (quatro) irmãos que eu tive na Guerra Colonial em Moçambique!
Para avivar a memória e não cair no esquecimento, vou colocando "alguns Pensamentos e Discursos" do Senhor Professor Doutor Oliveira Salazar.
Aceite os meus respeitosos e cordiais cumprimentos,

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 20:13:58

FÉ E CORAGEM PARA SE TRIUNFAR


Quando miasmas invadem a atmosfera e tornam doentio o ar que se respira, convém sobretudo atacar os focos de infecção, varrer com rajadas de ar fresco o ar apodrecido, fazer entrar o sol a jorros nos lúgubres lugares. E falar, erguer a voz serena e vibrante da razão: notareis que deixará logo de ouvir-se o zumbido dos moscardos.
E que se requer para esta acção? Duas qualidades ou virtudes que não se inventam nem pedem emprestadas - ou se têm ou não se têm: fé e coragem.
Fé nos princípios e nos homens: nos princípios que estão na base da Revolução Nacional e por força dos quais se pôde operar o renascimento deste País, e nos homens em cada momento escolhidos para os executarem e fazerem viver. Fé nos princípios que consubstanciam a alma, tradições e aspirações da Nação portuguesa, e não podemos por isso, no que têm de mais sagrado, nem postergar nem pôr em discussão; fé nos homens cuja obra os acredite, cujo passado os imponha, cujo sacrifício e honra podem dispensar o reconhecimento, mas não podem dispensar a justiça.
E é também precisa a coragem - a coragem do que se pensa, do que se pretende, do que se realiza. Que importa que as nossas ideias choquem o pensar cristalizado no espírito de alguns, se é em nome delas que governamos, se para executá-las somos Poder? Buscamos resolver os problemas da Nação com os nossos conceitos de autoridade, hierarquia, ordem, liberdade, trabalho, riqueza, tradição, honestidade: como estranhar que façamos o que outros pretenderiam que não fizéssemos e não façamos o que esses achariam melhor?
Temos um mandato da Nação; auscultamos sem prevenções as suas necessidades e anseios; realizamos pelo melhor meio os seus interesses superiores. No desenvolvimento de uma obra que não é ficção do nosso espírito mas realidade tang´´ivel em benefício da colectividade, e exige rasgo, decisão e urgência, não podemos ter o ar hesitante e comprometido de quem há-de a cada momento pedir licença ou pedir desculpa.
Seria não ter consciência nem do passado nem do presente estar perturbado e tímido e não se apresentar diante de todos com a firmeza e a alegria de quem ajudou a salvar Portugal.


(Oliveira Salazar, in: Discursos e Notas Públicas, vol. III, pp. 209 a 211)

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 19:57:52

O MAIS ALTO IDEAL


Espero que não tenhais medo das palavras e não receeis apelidar-vos homens de ideal - trabalhando por um ideal, vivendo para um ideal. Alguns que rastejam atrás dos pequenos interesses e das mesquinhas ambições, e se supõem positivos e práticos, conhecedores do mundo e dos seus segredos, mal podem compreender as almas que caminham, serenas, por estradas reais da vida, como ignoram que para segui-las é preciso elevar fachos de luz acima da cabeça ou deixar-se guiar pelas estrelas do céu. Na limitação natural das faculdades humanas a perfeição não existe, mas o aperfeiçoamento progressivo é lei da vida moral. Há que copiar pacientemente um modelo, não perder de vista os pontos de referência, realizar um pensamento de vida. A função do ideal-modelo, aspiração ou guia - é vincar a orientação superior das faculdades humanas, não deixando que se extraviem com as mil contingências da vida, com as mil contradições das doutrinas, com as mil adversidades do tempo.


(Oliveira Salazar, in: Discursos, vol. I, pp. 109-110)

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 19:21:22

Ao senhor João V. Claro.

As minhas felicitações pelo seu regresso quanto à sua grandiosa mensagens que dizer!!!...Que não seja… Adequada no momento certo e por medida ….Aí está.
Melhor e mais verdade não existe. Esta convém embrulhar e levar para casa, para que não se perca nada.

Ao senhor João V. Claro, o que há a dizer é neste site vale a pena.

Cristina da Nóbrega

.- . TOPO

09/07/2008 19:18:07

Caro senhor João Asseiceiro,
Voltando ao seu testemunho "Descolonização necessária óbviamente" uma breve e curta nota sobre “Afinal, não são menos que os Brasileiros que também ascenderam à independência.”
Que eu saiba ninguém lhes perguntou se queriam “ascender à independência” bem pelo contrário, essa ascensão foi-lhes imposta!
A independência do Brasil foi imposta pelo Imperador do Brasil e grão-mestre da maçonaria brasileira que declarou guerra ao seu Pai, Rei de Portugal: Eu como Imperador e Vossa Magestade como Rei estamos em guerra.
Esta declaração era crime de Lesa-Magestade, punido com pena de morte, confisco de bens e perda de nacionalidade e de todos os direitos!
O grito do Ipiranga do traidor D. Pedro é revelador de uma traição à Pátria que tinha sido congeminada na Áustria.
Ora a descolonização foi retocada numa reunião em Paris, na presença de Mário Soares, de Cunhal, de elementos da maçonaria “portuguesa”, de elementos da Igreja progressista portuguesa, de representantes dos EUA e da União Soviética.
Daí se pode concluir que estamos perante duas traições temporais à Pátria que o sr. João Asseiceiro inspirado na expressão, traidora do traidor e traído pelos seus correligionários, de Humberto Delgado escreve: “Descolonização necessária obviamente”.
Obviamente, estou esclarecido!

João V. Claro- Porto TOPO

09/07/2008 18:52:02

Caro senhor João Asseiceiro,
Tinha prometido a mim que não voltaria a deixar um comentário neste site – porque há coisas que não valem a pena – mas este texto "Descolonização necessária óbviamente" datado de 08-07-2008 deixa-me espantado.
Compreendo agora porque diz que "Descolonização necessária óbviamente" . Nem podia ser outra coisa, não tivesse o senhor tido a honra de proceder a uma descolonização do aldeamento de Diaca (nas imediações de Antadora) à Frelimo. Se bem, compreendo entregou um aldeamento “ocupado” aos “libertadores” da Frelimo fazendo de Diaca uma aldeia “libertada” à opressão colonialista portuguesa.
“Depois de 1 974 tive conhecimento que os nativos e nativas, não possuiam Bilhete de Identidade português. Com este conhecimento, apòs 1974...e com o posicionamento dos países do Bloco Soviético, e sobretudo do Mundo Livre, surge a inevitabilidade da descolonização.”
Se bem percebi, para o senhor “os nativos e as nativas não possuíam Bilhete de Identidade português.” Logo, concluo que por esse simples facto jurídico não eram portugueses. Correcto?
Mas, antes entra em contradição quando escreve: “Em África, concretamente em Moçambique, tanto nas zonas de 100% como nas zonas de paz, testemunhei o Portuguesismo do homem Moçambicano e da mulher Moçambicana, sempre que se hasteava a bandeira Portuguesa, e confesso que igual respeito não era evidenciado tão dignamente pelos Portugueses Europeus.”
Afinal, em que ficamos? Só se é português quando se tem BI português ou quando sentimos, pensamos, respiramos, vivemos e falamos como portugueses?
O senhor, pelo visto, desconhece que a Constituição de 1933 diz no seu artigo 3.º que: “Constituem a Nação, todos os cidadãos portugueses residentes dentro ou fora do seu território” e que o território de Portugal é segundo o artigo 1.º “O território de Portugal é o que actualmente pertence e compreende:
1.º Na Europa: o Continente e Arquipélagos da Madeira e dos Açores;
2.º Na África Ocidental: Arquipélago de Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe e suas dependências, S. João Baptista de Ajudá, Cabinda e Angola;
3.º Na África Oriental: Moçambique;
4.º Na Ásia: o Estado da Índia e Macau e respectivas dependências;
5.º Na Oceânia: Timor e suas dependências.»
Para que saiba, sou amigo do mais jovem capitão do Exército português, o capitão Luís Fernandes, do GEP (Grupos Especiais Pára-quedistas), que foi preso, em Outubro de 1974, em Lourenço Marques e levado sob escolta militar para o Comando Territorial Sul, onde foi interrogado por um tal capitão Lopes Camilo na companhia de dois guerrilheiros frelimistas, sendo um deles o tristemente célebre Jacinto Veloso, o tal que roubara um avião T-6 e com ele desertara para a Tanzânia. Passado uns dias, foi levado de avião de Lourenço Marques para Porto Amélia, onde foi entregue ao comando local da FRELIMO e dali seguiu, em Land Rover que tinha pertencido à PIDE ou à Autoridade Administrativa, passando por Macomia, Chai, Mocímboa da Praia, Diaca, Nacatar, Sagal, Nangololo, até atingir finalmente Mueda, onde foi presente ao comandante Mingas, que era então a autoridade máxima da Frelimo em Mueda, e levado para os famigerados “campos de reeducação”, onde passou fome e maus tratos.
Saiba que esse capitão Lopes Camilo é hoje o Presidente da Direcção da Liga dos Combatentes, premiado com o posto de Major-General.
Tomo a liberdade de lhe aconselhar a leitura da entrevista dada ao jornal O Diabo, de 11.09.2003, págs. 6/7.
Por isto, sr. João Asseiceiro, compreendo as suas palavras: "Descolonização necessária óbviamente" que só podia ser escritas por um descolonizador de uma aldeia do norte de Moçambique, território e província ultramarina portuguesa!

João V. Claro- Porto TOPO

09/07/2008 17:52:06

Se fossem precisas provas para atestar a grandeza da Pátria, e aquilo que a nossa memória colectiva nos faculta no seio da memória de Salazar, o encontro espontâneo entre antigos combatentes neste espaço, é só por si uma homenagem de agradecimento ao Senhor João Gomes, e também a quem por bem, assina o livro de visitas. Acabamos, todos e todas, de viver um momento muito alto que é também uma coincidência feliz. Que partilho. Temos divergências? Temos. Mais uma vez, a memória de Salazar traz-nos aqui um traço de união, e mais do que issso, de elevação. Caro senhor Vidal Castro, estas citações dos discursos de Salazar em boa hora aqui postadas, são a certeza, de que em Cabo Delgado - Moçambique, então Portugal, valeu a pena não termos sido desertores, e podemos hoje afirmar, cumprimos os nossos deveres para com a Pátria. quem diria que trinta e tal anos depois, o destino, nos faria recordar aqueles tempos épicos!

João Asseiceiro- Torres Novas TOPO

09/07/2008 17:47:10

CADA UM DE NÓS DEVERIA SENTIR O ORGULHO DE SE AFIRMAR EUROPEU


Portugal não pode ser acusado de preconceitos raciais. Um dos traços, unânimemente reconhecidos da sua obra colonizadora é mesmo a ausência do espírito de superioridade que praticamente se traduz no desprezo dos homens ou na imposição violenta de instituições e costumes. No contacto com povos em estados muito diferentes de progresso económico e social, nada nos custou reconhecer e respeitar, quando era caso disso, o carácter específico de outras civilizações e culturas. Um sopro de fraternidade cristã bafesou habitualmente uma tarefa que através dos séculos e ainda hoje se baseia mais no trato humano, na comunidade de sentimentos e na confiança mútua do que na força coerciva do Poder.
Não é, porém, preconceito racial a verificação de um facto histórico - qual a marcada superioridade do europeu, na tarefa civilizadora, entre todos os povos da Terra. Desta Europa gerada na dor das invasões, sacrificada em guerras intestinas, curtida no trabalho insano, revolvida a cada passo por avalanchas de ideias e revoluções que se assemelham a furiosos temporais, descobridora, viageira, missionária, mãe de nações, desta Euiropa simultâneamente trágica e gloriosa ainda hoje se pode asseverar que mantém o primado da ciência e das artes, utiliza no mais alto grau os segredos da técnica, conserva o instinto de afinar as instituições e de sublimar a cultura e é detentora de incomparável experiência política. Não esquecemos o que se deve a outros em criações artísticas, esplendor literário, subtileza de filosofias aqui e além criadas e desenvolvidas; mas só da Europa se pode afirmar que criou, sob inspiração cristã, valores universais, generosamente, gratuitamente postos ao dispor do Mundo, na sua ânsia de transplantar civilização. Cada um de nós deveria sentir o orgulho de se afirmar europeu.


(Oliveira Salazar, in: Discursos e Notas Políticas, vol. IV, pp. 418-419)

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 17:24:29

ORGULHO DE COLONIZADORES


Seria aventuroso pensar que nos determinámos ou não determinámos pela actual crise do pensamento colonial, que se exprime pela condenação sumária da obra de colonização empreendida por várias nações europeias e pela finalidade única, um tanto ingénua e presunçosa, assinada nos areópagos internacionais à administração dos chamados territórios dependentes. Os nossos juízos, os nossos actos não influem nas deliberações alheias e, neste particular, também não são influenciados por elas. Partimos da convicção de que melhor iria ao Mundo se ele apreciasse com justiça o processo histórico da colonização que, em virtude de circunstâncias especiais ou vocação assinalada, faz parte integrante da vida e missão de algumas nações. Isso seria mais meritório do que empenhar-se em dividir ou anemizar soberanias, que tudo são processos de enfraquecer pontos de apoio do Mundo. Ao fazermos o nosso exame de consciência - nós, velho povo colonizador, com mais humanitarismo prático que o que escorre do idealismo de alguns cenáculos, nós que reconhecemos deficiências e até erros na acção histórica desenvolvida -, temos a orgulhosa sinceridade de nos ufanar dela e de concluir que, mesmo quando precisemos de ajudas, podemos dispensar tutelas.


(Oliveira Salazar, in: Discursos e Notas Políticas, vol. IV, pp. 489-490)

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 17:13:22

PORTUGAL VALE BEM O ORGULHO DE SE SER PORTUGUÊS

Aquelas qualidades que se revelaram e fixaram e fazem de nós o que somos e não outros; aquela doçura de sentimentos, aquela modéstia, aquele espírito de humanidade, tão raro hoje no mundo; aquela parte de espiritualidade que, mau grado tudo que a combate, inspira ainda a vida portuguesa; o ânimo sofredor; a valentia sem alardes; a facilidade de adaptação e ao mesmo tempo a capacidade de imprimir no meio exterior os traços do modo de ser próprio; o apreço dos valores morais; a fé no direito, na justiça, na igualdade dos homens e dos povos; tudo isso, que não é material nem lucrativo, constitui traços do carácter nacional. Se por outro lado contemplarmos a História maravilhosa deste pequeno povo, quase tão pobre como antes de descobrir o Mundo; as pegadas que deixou pela terra de novo conquistada ou descoberta; a beleza dos monumentos que ergueu; a língua e literatura que criou; a vastidão dos domínios onde continua, com exemplar fidelidade à sua História e carácter, alta missão civilizadora - concluiremos que Portugal vale bem o orgulho de se ser português.


(Oliveira Salazar, in: Discursos e Notas Políticas, vol. III, p. 403)

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 16:56:33

O SOLDADO PERANTE A PÁTRIA

Para cada um de nós o patriotismo não pode desprender-se da família, do torrão natal, dos interesses e dos haveres, das recordações de infância, das saudades dos lugares ou das pessoas, dos vivos e dos mortos, das alegrias e tristezas - as pequenas ou grandes coisas que são nossas e constituem para cada qual, dentro da Pátria, o seu pequeno mundo. E tudo isto que nos prende diminui um pouco, na vida quotidiana, essa unidade augusta, esse todo indivisível que é a Pátria.
Para o soldado, porém, não há a aldeia, a região, a província, a colónia - há o território nacional; não há a família, os parentes, os amigos, os vizinhos - há a população que vive e trabalha nesse território: só há, numa palavra, a Pátria, em toda a sua extensão material, no conjunto dos seus sentimentos e tradições, em toda a beleza da sua formação histórica e do seu ideal futuro. Ele deve-lhe tudo - a saúde, a comodidade, o descanso, o dia e a noite, a paz, a família, mesmo a vida. E parece que é por esse consumo de vidas que a Pátria se mantém, e aumenta a sua beleza e engrandece o seu poder. Diante do inimigo externo, que representa ameaça para a existência ou para a integridade da Pátria, esta é, para o soldado, material e tangível como um relicário de ouro em que se confiassem à sua guarda a independência, a liberdade, os bens e a vida dos cidadãos.
Fora do são nacionalismo, fora da noção e amor da Pátria não há, pois, vida nem força militar: há exércitos de parada ou hordas organizadas para a pilhagem.

(Oliveira Salazar, in: Discursos, vol. I, pp. 108-109)

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 16:43:21

Caros todos
Por vezes perde-se por falar de menos, outras por falar de mais. Provávelmente e em sentido encalorado os intervenientes deste site, onde eu também me incluo, afastam-se do verdadeiro objectivo para que foi elaborado, discutir a figura de SALAZAR e o seu inquestionável patriotismo em que assentam as virtudes porque se deve pautar uma sociedade com os seus próprios costumes e sentimentos. Hoje existe uma enorme curiosidade da parte das recentes gerações em saber quem foi SALAZAR porque não acreditam naquilo que os vendilhões da Pátria lhe vêem impingido encobrindo a VERDADE. Todas as comparações ou confrontos que queiram fazer com outros povos é pura coincidência, possuimos valores próprios e virtudes incomparàveis,que não devemos escamotiá-los.
SALAZAR é a maior referência a tais valores que têm que ser discutidos pois caso contrário estaremos a negar a nossa própria existência. Por mais forças que existam a denegrir tal FIGURA mais aumenta a sua grandeza, mas esses TRAIDORES ainda não viram isso porque o interesse nacional passa-lhes à margem. A camarilha que implementou o sistema vigente acaba por mais tarde e quando já não tiver onde ir sustentar os seus vicios e luxúria virar-se a dar vivas a SALAZAR, como aconteceu no trágico dia do GOLPE DO BAÚ em que aqueles que "juraram por sua honra cumprir fielmente a Constituição de 1933 com acto de repúdio ao comunismo e de todas as ideias subversivas" viraram comunistas (eram 5.000 militantes e passaram a ser um milhão).
Mamaram as 856 toneladas de ouro e cento e tal milhões de contos em divisas (herança "fascista",) têem enriquecido com os milhares de milhôes que vêm até 2013 da Europa como contrapartida daquilo que nos têm vindo a roubar, deixando as migalhas aos que ainda defendem a honra, trabalho e orgulho de serem portugueses em qualquer parte do mundo. SALAZAR foi o expoente máximo dessas virtudes e hoje resta-nos ainda ter que chorar os
mortos porque os vivos os não mereceram...
Um bem haja a todos aqueles que abraçam tais virtudes e que DEUS ilumine as suas almas.
SALAZAR repousa em Paz mas a sua alma é eterna, não vandalizem a sua memória.
VIVA OS AMANTES DA SUA PÁTRIA.
VIVA SALAZAR - VIVA PORTUGAL

Henrique Videira- Palmela TOPO

09/07/2008 16:08:34

Discursos do Professor Oliveira Salazar

Devo à Providência a graça de ser pobre: sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna, nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, ostentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente.
Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeie os homens ou as massas, diante de auem tantos se curvam no mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não por ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre.
Jamais empreguei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa, eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano.
Penso ter ganho, graças a um trabalho sério, os meus graus académicos e o direito a desempenhar as minhas funções universitárias. Obrigado a perder o contacto com as ciências que cultivava, mas não com os métodos de trabalho, posso dizer que as reencontrei sob o ângulo da sua aplicação prática; e, folheando menos os livros, esforcei-me em anos de estudo, de meditação, de acção intensa, por compreender os homens e a vida. Pude esclarecer-me.
Não tenho ambições. Não desejo subir mais alto e entendo que no momento oportuno deve outrem vir ocupar o meu lugar, para oferecer ao serviço da Nação maior capacidade de trabalho, rasgar novos horizontes e experimentar novas ideias ou métodos. Não posso envaidecer-me, pois que não realizei tudo o que desejava; mas realizei o suficiente para não se poder dizer que falhei na minha missão. Não sinto por isso a amargura dos que merecida ou imerecidamente não viram coroados os seus esforços e maldizem dos homens e da sorte. Nem sequer me lembro de ter recebido ofensas que em desagravo me induzam a ser menos justo ou imparcial. Pelo contrário: neste país, onde tão ligeiramente se apreciam e depreciam os homens públicos, gozo do raro privilégio do respeito geral. Pude servir.
Conheci Chefes de Estado e Príncipes e Reis e ouvi discretear homens eminentes de muitas nações, ideologias e feições diversas sobre as preocupações de governo, os problemas do Mundo ou as dificuldades dos negócios. Pude comparar.
E assim, sem ambições, sem ódios, sem parcialidades, na pura serenidade do espírito que procura a verdade e da consciência que busca o caminho da justiça, ou entendo que possa trazer ao debate um depoimento - depoimento sincero e, senão convincente, ao menos vivido e desinteressado.

(in Discursos e Notas Públicas, vol. IV, pp. 351 a 354)

Maria- Portugal TOPO

09/07/2008 14:55:10

Caros Leitores,
Eu jà escrevi aqui no site,esta manhâ referindo-me a Cavalheiros,e também
a Sehoras que escrevem muinto bém,e agora volto a escrever mais duas linhas,porque acho que, merecem ser elogiados dois artigos que estam aqui,o
Primeiro é de Da.Cristina Nobrega,com um tema muito interessante,e da actualidade,sobre factos veridicos e concretos,faço-lhe uma Vénia por este interessante artigo,parabéns.
O segundo,é o Sr.Joâo Asseiceiro,que apresentou um outro artigo,que merece os meus elogios,e nâo é por eu ter pertencido aos Comandos da 1a CCMDS de Montépuez e que fala de um homem que eu conheço muito bém,nâo,nâo é por isto,é puramente porque fala de verdades também concretas,de realidades,do nosso honrroso passado,do que nòs fomos,do que nòs construimos,do Presidente que nos tivemos,e como nòs somos recebidos ainda hoje,apesar de muita coisa ruim se ter passado,e se nâo é o 25 de Abril,eu ainda hoje estaria em Montepuéz que foi onde eu me instalei depois de ter terminado a minha missâo de Comando,e para os caros leitores poderem ter uma ideia,Montepuez,nâo era uma capital de guerra,era uma terra de paz,se nâo eu nâo me teria instalado là na zona,e foi la naquela igreja que muita gente conhece,que eu me casei,por isso mesmo eu a tenho no meu site assim como muitas outras recordaçôes.Aqui fica també a minha vénia ao Sr. Joâo Asseiceiro,parabéns pelo seu artigo.
Sempre a bém da Naçâo
Viva Salazar,Viva Portugal
Vidal Castro

Vidal Castro- France TOPO

09/07/2008 11:17:48

Portugal as instituições e sistemas.

Poderá à primeira vista o caso que passo a escrever no site Salazar O Obreiro da Pátria nada ter que haver com o site, mas tem que haver com tudo por se tratar de casos que se passam no país que outrora foi um país respeitável e, onde todas as instituições funcionavam quando este país era o Portugal de Salazar.

Madeleine Macnn a criança inglesa que a 3 de Maio de 2007 desapareceu da praia da Luz no Algarve.

Aquele Algarve que outrora jà foi um Paraíso, que era voltado para o descanso, para as férias que todos procuravam depois de um ano de trabalho, projectado a nível internacional e procurado por turistas estrangeiros, onde muitos deles ficavam tão seduzidos pelas suas gentes, pelo seu clima, pelas suas praias, pela paz e tranquilidade, pela hospitalidade e afabilidade das suas gentes, que muitos deles decidiam ficar ou regressar para se radicarem.

Hoje o Algarve não se identifica com esse Algarve, hoje existe o crime organizado, os assaltos, os roubos, os assassinatos, os raptos, a promiscuidade, a bandalheira, as cidades degradadas, sujas, muitas delas perderam a sua identidade, deambula por lá gente estranha, gente rara, hoje a hospitalidade e a afabilidade deram lugar à arrogância e à antipatia, os serviços são de péssima qualidade e caríssimos, hoje já ninguém precisa dos turistas, isso era só três meses por ano, hoje eles no Algarve vivem dos tais imigrantes os invasores que entram clandestinamente em Portugal, alugam-lhes um quarto onde cabem 4 ou 5 imigrantes por 160 euros ao mês ou apartamentos T2 por 500 ou 600 euros onde cabem 10 ou 15 desses imigrantes, se para uns é lucro para outros é protecção e nesta situação de crime se uns não falam, outros não o podem fazer e a coberto dessa ilegalidade fraudulenta e criminosa transformaram o Algarve num lugar de fobia, internacional.

Os jardins deram lugar a espaços estéreis, o Algarve foi transformado numa estância balnear de um qualquer país africano.

Hoje no Algarve quem lá vai fazer férias!!!....Tem que ter a carteira com dinheiro ou com os cartões de crédito junto ao corpo em lugar não visível e as suas crianças presas a si, ou sempre seguras pelas mãos, uma criança hoje no Algarve não se pode afastar dos seus pais a mais de um metro de distância, os pais não podem olhar para o lado nem por fracções de segundos que seja.

O Algarve de outrora era uma fonte de dinheiro a nível turístico hoje é palco dos crimes não resolvidos.

As instituições não funcionam, a incompetência, a falta de príncipios de respeito, a falta de meios técnicos, fazem do Algarve e de Portugal a instituição da vergonha internacional.

Uma criança desapareceu, uma criança nunca foi encontrada, os pais foram suspeitos a sua vida privada foi exposta da forma mais reles,repugnante e inconcebível aos olhos de mundo, expuseram-na e transmitiram-na em hasta pública via canais televisivos e jornais dissecaram até não deixar um fio de cabelo a sua vida privada, usando e servindo-se disso, humilharam, sujaram, depravaram como abutres sedentos de sangue e sedentos de carne humana, as vidas privadas é isso mesmo e como tal, devem de ser mantidas em sigilo e em respeito, porque todo o ser humano é inocente até prova em contrário.

Destruíram vidas, tiraram a dignidade a várias pessoas que davam como envolvidas,foi feito à volta deste caso o maior espectáculo de circo, repugnante que possa existir, em que saltava aos olhos de todas as pessoas de Bem, o exemplo de se poderem imaginar no lugar daqueles pais (culpados ou inocentes), como seria feito a mesma coisa com as nossas vidas em hasta pública a preços de leilão para quem desse mais.

A vida privada e intima de cada um dentro de uma situação de crime de rapto ou morte de uma criança ficou também o horror de vidas devassadas e todos nós... Passamos a ver-nos retratados naqueles pais e termos receio não só por uma criança nossa sofrer a mesma situação, como também nós vermos nas nossas vidas os mesmos crimes de devassão pública.

Correram rios de tinta ao desbarato, nas imprensas de papel, faziam-se apostas, davam palpites, julgavam-se pessoas.

Tudo isto se não fosse suficiente para a imagem de um país decadente, agora a juntar a este acontecimento, o processo do desaparecimento dessa criança é simplesmente arquivado, o espectáculo terminou fecham-se as cortinas, todos para casa e ninguém aplaude porque o caso não está resolvido.

Não é porque a criança apareceu, não é porque a demonstração do profissionalismo e competência teve resultados positivos, (da entidade oficial, que deve mostrar factos e casos resolvidos a polícia judiciária, ou outra, dar provas ao povo português e ao mundo, de que todos os cidadãos portugueses ou não podem confiar porque são eficazes, porque são profissionais, porque são competentes, para isso existe a polícia), também não é porque teve um fim esclarecido.

Não se trata nada disso, é arquivado pela incompetência das instituições que não funcionam, pelos incompetentes homens que estão à frente dos serviços instituicionais públicos, que agora se culpabilizam-se uns aos outros.

Portugal para além de outras situações passou também a ser conhecido no estrangeiro pelo degradante e incrível caso da Casa Pia e pelo rapto de uma criança no Algarve com um caso por resolver arquivado.

O país dos incompetentes nas funções públicas, com salários exorbitantes e que não percebem nada do que estão por lá a fazer.

Mas no meio de toda esta incompetência declarada. Quando o caso Madeleine Macnn é arquivado o governo!!!... com o homem de OURO, resolve ir passear até aos Algarves de Aquém-Mar e dando continuidade ao circo, alguns resolvem fazerem uns disparos com armas de fogo para o tecto do pavilhão depois do OURO sair claro está, como bem se entende… O que será que pretendem mostrar e a quem?... A que propósito vem toda esta cena recambolesca?...

Que também eles são vítimas de algo que ultrapassa as instâncias ou as autoridades portuguesas?....

Não, é tão simples como o sonho lunático e impossível, do homem de OURO, o grande sonho deste homem é chegar aos calcanhares de Salazar, como todos nós bem informados sabemos António Oliveira Salazar o Grande Estadista foi vítima de vários atentados dos Apátridas vermelhos, ora nem mais vem acalhar encenar toda uma simulação
cinematográfica de um atentado.
Ele pode ficar tranquilo porque nem a vida dele, nem ele próprio vale esse trabalho, com um Grande pontapé... O caso é resolvido.

Todos nós sabemos e também no estrangeiro é conhecido, que desde que os insurretos a 25 de Abril de 1974 usaram de armas contra a Nação.

Portugal a partir desse dia é um viveiro de cowboys e pistoleiros.


Cristina da Nóbrega

.- . TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
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