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22/07/2011 13:46:13 Pensei que o 25 de Abril foi feito para dar a todos as condições necessárias. Afinal como se pode condenar o regime anterior se este não tirou as pessoas da miséria? Até afundou mais as diferenças sociais. Estes democratas falam por falar. São uns papagaios.
Portugal precisa de evoluir praticando o que nos foi ensinado pelo Senhor Doutor Oliveira Salazar.
22/07/2011 09:48:56 Agora sobre o desemprego: imaginam a quantidade de gente que exerce várias tarefas? Como reformados da política e ao mesmo tempo como comentares televisivos e radiofónicos e ao mesmo tempo como palestrantes e ao tempo como administradores de empresas públicas e ao mesmo tempo como (por aí fora). Agora imaginemos, neste tempo de crise, não permitir este acumular de funções. Daria lugar a outros que sabem fazer as mesmas coisas, e nunca pior! Agora imaginemos que esta gente até gosta do que faz e fá-lo no interesse nacional. O dinheiro que recebem é apenas consequência da função. Então, porque estamos em crise, deveria ser proibido acumular estes tachos (e quantos opinam erradamente), ou mantê-lo porque gostam do que fazem, mas contratarem-se outras pessoas para esse lugares, pessoas válidas no desemprego (pessoas formadas à procura de emprego), pagar-se-lhes e os que hoje detêm esses lugares, mantê-los sem remuneração, até porque são pessoas que têm a sua profissão ou as suas reformas, que garantidamente serão superiores ao ordenado mínimo nacional. Isto dito assim parece confuso, mas tentem transpor para a realidade. Façam uma experiência: abram todos os dias as televisões de manhã à noite e em cada canal vêem-se sempre as mesmas caras não interessa que programa é nem sobre que tema se trata. São os mesmos a falar de tudo com um conhecimento que assombra. Reduzíamos o desemprego em cerca de 60%, passava a haver mais gente a gastar dinheiro porque havia mais gente a ganhar, arrecadavam-se mais impostos, todos ganhávamos e ganhava o país.
Deviam incluir esta regra no programa da Troika.
Tenham um bom dia.
22/07/2011 09:21:27 Há efectivamente um progressivo apagão dos bons costumes. Era um encanto e incutia respeito, entrar num banco e ver as pessoas alinhadinhas, nas escolas e ver alunos. professores e funcionários de cara e roupa lavada, e por aí fora. Quando falo nisso, às vezes dizem-me que especialmente nas escolas vêem-se os alunos mal vestidos porque algumas famílias não têm condições para os vestir melhor. E a escola deve ser um direito de todos. já não sei o que pensar.
20/07/2011 19:48:19 .......comprometidas com o saque que está á vista de todos. Das 866 toneladas de ouro que SALAZAR deixou restam 382 que já estão cativadas para garantia dos empréstimos. Há um ditado que diz: DEPOIS DA CASA ROUBADA TRANCAS À PORTA. O mal mantém-se porque ainda se vai dando a palavra ao "ladrão". Esperamos que as cenas dos próximos capítulos iniciem um novo ciclo de vida e que os traidores sejam bem denunciados e colocados nas prateleiras do esquecimento já que a "JUSTIÇA", também por conveniência de muitos dos seus agentes não actue como deveria. O pior é que paga sempre o justo pelo pecador.
19/07/2011 23:47:04 A politica económica e sobre tudo a gestão das finanças públicas continua a ser o problema premente quotidiano, os media ocupam-se totalmente com tal questão, aliás o que nos bastidores em surdina se vinha denunciando está á vista de todos agora:uma corrupção ramificada, derrapagens etc..Precisamente com contornos diferentes mas semelhante ao que SALAZAR encontrou depois da família republicana, agnóstica e maçónica ter arruinado o País com uma criminalidade fratricida e que obrigou a uma ditadura militar até 1933. Valeu esse GRANDE ESTADISTA e percursor dum ESTADO NOVO para colocar PORTUGAL no apogeu com a dignidade e o respeito que a história exigia. Nota-se nas conversas e nos debates a que assistimos diariamente o "MEDO" que os políticos,salvo raras excepções,têm em evocar tal período por conveniência sectária ou privilégio pessoal, SALAZAR para esses é um "fantasma" que paira a todo o momento sobre as suas consciências comprometidas com o
19/07/2011 15:36:33 A disciplina física tende a “arrumar” a mente. Lá diz o ditado: “Corpo são, mente sã”.
Mais uma vez alguma da fraqueza na forma de pensar das estruturas internacionais reflecte-se no comportamento dos estilos e das mentalidades. Gestores de empresas, pessoas responsáveis que deveriam ser as primeiras a darem bons exemplos com a sua conduta, andam em cada vez maior número de camisa amplamente aberta, mostrando tatuagens, usando rabo- de- cavalo, brincos nas orelhas … dentro das empresas. Tudo “a bem” do informalismo a existir na relação entre os colaboradores da empresa que lideram, empresas essas onde se criou muitas vezes a mentalidade que todos podem ser líderes e a mentalidade em que não há mal algum que alguns vão eliminando os outros, sem qualquer projecto construtivo de longo prazo, a fim de eles próprios conseguirem o poder.
Faz-me lembrar um pouco o outrora glorioso Império Romano, enquanto caía, em que aqueles que queriam ser futuros Césares eliminavam os Césares em funções presentes.
Hoje por vezes encontram-se gestores de tal forma apresentados que, noutros tempos, se eu olhasse para eles, eu acreditaria tratarem-se de mafiosos.
E protegem-se os que vão estragando as paredes dos edifícios com pinturas ou com “assinaturas” de território … pois é “arte” (será que esses “protectores da arte” gostariam de ver as paredes das casas deles pintadas sem permissão ?).
Há quem não se aperceba mas todas estas práticas e formas de estar, adicionadas a outras situações e formas de pensar gravíssimas que caracterizam o quotidiano, apoiam o devaneio, apostam na alienação colectiva e, portanto, vão criando a confusão na cabeça duma população que deveria ser motivada ao pensamento disciplinado e sério.
É um pouco como vivermos na nossa casa num ambiente de lixeira ou, pelo contrário, vivermos num ambiente arrumado e limpo …
Melhores cumprimentos a todos.
19/07/2011 13:36:30 A propósito da notícia de hoje do jornal Público: "Universidade quer roupas "dignas e convenientes"
Mais tarde ou mais cedo, havia de imperar o bom senso nas escolas. Alguns alunos parecem autênticos sem-abrigo. Por alguma razão se veste uma farda nos casos em que a moral tem que estar sempre presente. É uma questão de auto-estima e de presença por uma causa. Neste caso pelo estudo..., e só pelo estudo! As escolas não são bordeis.
Aproveito para transcrever: "… quer no apoio à educação e instrução dos filhos em instituições oficiais ou particulares, que concorram para a formação saudável dos jovens, INTELECTUAL, FÍSICA, MORAL E ESPIRITUAL. Umas e outras, respondem no sentido de evitar a corrupção do espírito e da prática, que informa o livre viver em sociedade".
Noutras instituições terá que haver a coragem de impor o respeito.
Ainda há dias se falava que o ministério "X" prescindiu da gravata para poupar no ar condicionado. É plágio!
Meus amigos, nada de novo! estamos perante mais uma atitude que o Doutor Salazar praticava: Lembram-se da manta nos joelhos para tapar do frio? Era assim nos Conselhos de Ministros e mesmo perante as altas individualidades que visitavam o nosso país.
Salazar continua a governar!
19/07/2011 13:12:42 "Clique aqui para assinar o Livro de Visitas. Deixe-nos a sua mensagem, diga-nos o que pensa sobre o nosso site".
- Belo site. Vocês deviam ver tudo o que há na net e compilar neste site o mais possível. É preciso quem congregue a informação toda sobre o Estado Novo. Façam acordos com os outros sites e blogs.
Bem hajam os autores.
19/07/2011 13:08:32 Temos o país que escolhemos ter. Não vale a pena apelar a quem quer que seja. Quem quer vai, quem não quer manda! No tempo de Salazar, as pessoas iam, e só um mandava. Mas sabia mandar. Abraço a todos e acordemos deste pesadelo.
17/07/2011 14:29:36 Os portugueses em face da sua idiossincrasia tiveram dificuldade em enfrentar a realidade após a viragem verificada na abrilada sujeitando-se a aceitar as promessas que ingenuamente lhes prometeram os políticos que daí afloraram com a implementação duma PARTIDOCRACIA de consequências nefastas que estão à vista de todos, pondo de parte os deveres e passando a discutir os direitos. A unidade e interesse nacional finou-se para gáudio duma élite que tomou conta do país e que se banqueteou com os fundos que advieram da dita "herança fascista". Não houve meio termo e os valores herdados que deveriam ser preservados e desenvolvidos para robustecer o progresso material foram postos de parte:a educação, a justiça, o ambiente, etc. Restam-nos os costumes e as referências dos 3 FS - FÁTIMA-FUTEBOL e FADO.
16/07/2011 23:56:27 Vai haver algo no Vimieiro no proximo dia 30?
15/07/2011 13:46:13 De todas as políticas, houve uma que resultou, a política corporativista do Estado Novo. Tudo o resto são experiências que nos estão a sair caro. Estas políticas avulsas para europa ver e enriquecer, são um sugadouro. Não terão fim.
14/07/2011 22:07:28 Não se pode promover o investimento, quando só se aplicam impostos. Uma política de impostos trás recessão e paraliza qualquer país. Se o dinheiro dos impostos vai servir apenas para pagar dívida, onde está o investimento? Cada ano vamos ser mais chamados a emprestar dinheiro ao Estado, mas como vamos ser menos a poder emprestar (alguns vamos ficar na penúria outros vão fugir enquanto há tempo), como vamos sair disto? Portugal precisa de nós como já precisou e na altura resultou.
14/07/2011 14:25:48 Falta o ajuste de contas com o deve e o haver. Neste momento é o salve-se quem puder.
13/07/2011 00:28:25 Durante 37 anos o POVO português assistiu a um espectáculo de mentira sem decoro, gerador do descrédito dos partidos e da decadência da "democracia". O sistema de governação criado com a Constituição de 1976 está finado. Não houve verdade politica que suportasse uma economia sustentável, aliás já denunciada através do PÂNTANO de Guterres, da TANGA de Barroso e do MONSTRO de Cavaco. Estabeleceu-se o PARTIDO do Estado para gáudio da clientela partidária que se locupletou com os milhares de milhões que beneficiaram uns milhares de famílias e "boys". Entram e saiem governos e fica sempre tudo na mesma. É secundário se se é de direita ou de esquerda, liberal, conservador ou socialista.Restou-nos apenas a capitulação perante os sofistas que temos tido e perante os seus "herdeiros". Só haveremos de queixar-nos de nós mesmos ou por cobardia ou pela espera desses mesmos privilégios. Infelizmente não aprenderam nada com os 30 anos gloriosos do ESTADO NOVO de que se esperava a renovação na continuidade.
11/07/2011 11:31:35 Sobre as empresas de rating, penso que uns mais do que outros, mas estamos todos elucidados do papel que desempenham. Sobre a verdade dos empréstimos, sempre avultados, que entraram em Portugal desde a "Pandemia de Abril", seria de todo o interesse fazer-se uma auditoria. Quem sabe o problema que estamos a viver no país, pudesse estar resolvido. Ou em grande parte! E não seria difícil fazê-lo. Existem muitas fontes de esclarecimento sobre a verdade desses empréstimos ao nível mundial. O nosso caso tem uma dimensão mais reduzida, porque também o país padece das limitações que qualquer país não desenvolvido padece. Não se trata agora de "chorar os mortos". Mas devê-lo fazê-lo! Temos para com os nossos filhos, isso sim, o dever de os aliviar de uma canga, de que eles próprios são reféns, sem a terem desejado. Compete-nos a nós, com o conhecimento que temos de muitos factos … AGIR! Por cada dia que passa, muitos que anteriormente ainda não estavam mal, já se sentem apertados. Estamos perante uma crescente decadência económica, financeira, moral e espiritual, que resultará na generalizada (sendo regra, terá as suas excepções) decadência social global. E aí ......... É meu sentimento que podemos, e devemos trabalhar para aliviar este aperto e cumprir o que se pediu. Mas não é justo manter à solta em lugares cimeiros, resorts, etc…, os culpados desta terrível situação, em que a desgraça vai batendo à porta todos os dias de cada vez mais gente.
Somos um povo paciente … DEMAIS!
10/07/2011 08:51:08 Destaco esta grande verdade que o senhor Henrique nos deixa, de que os políticos TODOS têm medo. E mais, eles continuam a roubar-nos e nós a ver:
"Repare-se que nunca se falou em contas públicas e orçamentos quando estavam a entrar os milhares de milhões e só agora é que no balanço da insolvência é que se exige ao POVO a reposição do roubo".
A grande verdade é que vamos falando, mas assobiando para o lado. Nem a nosso desgraça nos leva a arregaçae as mangas.
Bom Domingo.
10/07/2011 00:15:04 Ao observador mais atento não lhe causa estranheza o que Portugal está a enfrentar presentemente, reportando-se ao passado constata-se que era impossível manter um nível de vida com tanta oferta sem contrapartida que só deu vantagem aos especuladores que se banquetearam com o embuste politico desenvolvido há 37 anos. Repare-se que nunca se falou em contas públicas e orçamentos quando estavam a entrar os milhares de milhões e só agora é que no balanço da insolvência é que se exige ao POVO a reposição do roubo. O Senhor MS que regressou de Paris onde refastelado nas esplanadas de luxo conviveu com os mon amis Mitterand, Willie Brand, Olof Palme, Helmut Kol iniciou o processo da entrega de Portugal aos donos da Europa e dos EUA, alheio ao que se passava na realidade cá dentro onde não existia sequer UM desempregado, aproveitando-se dos brandos costumes e do afastamento da politica sectária que só com uma democracia esclarecida e participativa é que poderia dar os seus frutos. QUANDO SE NAVEGA SEM DESTINO, NENHUM VENTO É FAVORÁVEL-----------------Séneca
09/07/2011 21:04:41 Estamos agora dependentes completamente das empresas de rating. E vai ser criada uma europeia. Será que a independência da europa no sector da avaliação económica ajudará os países individualmente? Ou seja, Europa federal ou das nações?
09/07/2011 20:58:06 Todos os governos em portugal têm amesma surpresa depois de tomarem posse: "A economia portuguesa está muito pior do que supúnhamos". Porque será? então as oposições não viviam em Portugal ao tempo dos governos anteriores? Ainda assim todos lutam pelo poder. Estranho. Lutar pelo prejuízo! E Salazar, quando foi eleito, como encontrou o país?
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