38 – É necessário, pois, fazer compenetrar Todo o Mundo da ideia de que o Corporativismo, como sistema altruísta que é de relações sociais, ordena dentro dos princípios cristãos que o homem seja honesto, respeitador da justiça, da autoridade, da propriedade alheia, que reprima as paixões, que resista à sede do prazer. Assenta, por isso, a sua Moral em princípios transcendentes, não em razões utilitárias. Só assim pode ser perfeita a moral do indivíduo, a moral da família, a moral da Comunidade, ou seja, a dos deveres do indivíduo para consigo, para com a família, para com a Comunidade, a qual acaba por ser a Nação.
(Continua)
O CORPORATIVISMO PORTUGUÊS (34)
Cadernos Corporativos - Sabatinas com os Inimigos do Corporativismo, Claros e Ocultos, de Fora e de Dentro – SEGUNDA SABATINA – por António Ribeiro da Silva e Sousa (Sidónio Miguel). Edição do Sindicato Nacional dos Empregados de Escritório dos Serviços de Navegação – Lisboa - 1943